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Sol dos Orixás

sábado, 18 de abril de 2009

Economia e Sociedade Açucareira

Os escravos são as mãos e os pés do senhor de engenho, porque sem eles no Brasil não é possível fazer, conservar, aumentar fazenda, nem ter engenho corrente. (Padre Antonil).

A colonização do Brasil, iniciada a partir de 1530, foi marcada pelo sistema mercantilista, que girava em torno da cana e da produção do açúcar.
Nesse sentido, o Estado mercantilista procurava ampliar seus negócios numa região colonial com regras e imposição de preços e produtos para obter o máximo de lucros e vantagens possíveis.
No sistema colonial mercantilista, chamamos de:
Metrópole: o país dominador da colônia;
Colônia: a região dominada pela metrópole;
Pacto colonial: a dominação político econômica que a metrópole exerce sobre a colônia;


Assim, Portugal desenvolveu nos primeiros séculos do Brasil a empresa açucareira, montada numa estrutura socioeconômica conhecida como engenho.
Engenho de açúcar é o nome da grande propriedade agrícola destinada à produção do açúcar. As principais instalações de um engenho eram as seguintes:
Casa-grande: residência do senhor de engenho e sua família. Funcionava como a sede de onde se comandava a vida social e econômica do engenho. Moravam, também, os empregados de confiança (capatazes) e escravos domésticos.

Capela: local onde se reunia a comunidade nos domingos e dias santos, assim como nos dias de batizados, casamentos e funerais.
Senzala: habitação rústica e pobre destinada aos escravos, sem direito à privacidade, já que todos dividiam o mesmo espaço.
Casa do engenho: abrangia todas as instalações destinadas à produção do açúcar: a moenda, fornalhas, casa de purgar e os galpões.

Em torno do engenho, um tipo de sociedade foi desenvolvida. Suas características:
Patriarcalismo: o senhor de engenho era o patriarca (chefe masculino), cuja autoridade era inquestionável. Concentrava em suas mãos o poder econômico, político e ideológico.
Ruralismo: toda a vida social desenvolvia-se no ambiente rural.
Estratificação social: a mudança social de uma classe para outra praticamente não existia. Isso significa que ninguém subia ou descia de sua posição de origem. Até mesmo as pessoas das camadas intermediárias permaneciam em posições estáticas.
Embora o senhor de engenho representasse a autoridade máxima na colônia, devemos lembrar que seu poder era pequeno se comparado ao da burguesia européia. Esta ficou com os enormes lucros gerados pela comercialização do açúcar.

Grave crise econômica, país praticamente sem dinheiro, ministros à beira de um ataque de nervos. Essa era a situação de Portugal após a expulsão dos holandeses do Brasil, no século XVII. Para solucionar a crise, Portugal passou a incentivar a procura de ouro no Brasil. Encontrou em Minas Gerais, no século XVIII, que logo se tornou o maior centro minerador da colônia. Agora você vai ficar sabendo quem se beneficiou de toda essa riqueza e quais as principais características desse período para o Brasil.

Referências Bibliográficas

Cotrim, Gilberto. História e Consciência do Brasil. São Paulo: Saraiva, 11ª edição.
www.suapesquisa.com. Acesso 29. 03. 2009.

5 comentários:

  1. Professora o texto ea atividade nao esta aparecendo !

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  2. Muito obrigado você me ajudou muito para estudos !
    Parabéns pelo seu trabalho!

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  3. Valeu ai me ajudo muito com meus estudos para a prova =D.

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  4. vlw ai estava presisando estudar para a provo e esse texto me ajudo

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